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20/10/2026 - 18h28
Chamada para Assembleia!
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Joaçaba convida os trabalhadores do comércio varejista e de cooperativas de Campos Novos para uma Assembleia Geral Extraordinária.
📅 Data: 23 de outubro de 2026 (sexta-feira)
🕢 Horário: 19h30
📍 Local: Auditório da ACIRCAN – Rua Coronel Pedro Carlos, 974, Centro, Campos Novos/SC.
Na assembleia, serão discutidas e aprovadas as reivindicações da categoria, incluindo reajuste salarial, direitos e benefícios, que serão negociados com o sindicato patronal, além de outros assuntos de interesse dos trabalhadores.
✊ Sua participação é fundamental! É com união e mobilização que fortalecemos nossas reivindicações e avançamos na conquista de direitos!
20/10/2026 - 10h49
Fim da escala 6x1: o que muda para você?
✊ O FIM DA ESCALA 6X1 É UMA CONQUISTA HISTÓRICA DA CLASSE TRABALHADORA!
Mais descanso, menos horas de trabalho e salário preservado! A conquista representa um avanço na luta por melhores condições de trabalho e mais qualidade de vida para milhões de brasileiros e brasileiras.
A redução gradual da jornada semanal, de 44 para 40 horas, e a garantia de dois dias de descanso remunerado significam mais tempo para a família, para estudar, cuidar da saúde, descansar e simplesmente viver!
Mas é importante entender como essas mudanças serão aplicadas, quais são os prazos e o que acontece com as diferentes categorias profissionais.
Essa vitória não caiu do céu! É resultado de décadas de mobilização, resistência e organização do movimento sindical e da classe trabalhadora.
Porque a vida não pode se resumir ao trabalho. E direitos se conquistam com luta coletiva! ✊🚩
11/08/2026 - 18h27
Confira os reajustes salariais das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho 2026
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Joaçaba e Região informa a todos os comerciários e comerciárias que finalizou todas as negociações coletivas e os reajustes salariais para o ano de 2026/2027, com data base retroativo a maio/2026 dos trabalhadores em Contabilidade e em julho/2026 para todas as demais categorias, nos seguintes índices e valores conforme as tabelas abaixo:
Convenção Coletiva de Trabalho dos Empregados em empresas Contábeis: Reajuste maio/2026
· Salário Normativo: R$ 2.321,00 - anterior R$ 2.200,00
· Salário Normativo office boy e serventes de limpeza: R$ 2.041,00 – anterior R$ 1.935,00
· Reajuste para salários acima do normativo 5,15%
Convenção Coletiva de Trabalho do Comércio Varejista: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.135,00 - anterior R$ 2.007,00
· Salário Normativo empacotadores, office boy e faxineiras: R$ 2.030,00 – anterior R$ 1.910,00
· Reajuste para salários acima do normativo 5,90%
· Bonificação trabalho supermercados em dias de feriados R$ 67,00 até 6h e R$ 133,00 acima de 6h.
Convenção Coletiva de Trabalho do Comércio Atacadista: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.220,00 – anterior 2.090,00
· Salário Normativo office boy e faxineiras R$ 2.120,00 – anterior R$ 1.995,00
· Reajuste para salários acima do normativo 5,90%
· Bonificação trabalho atacados em dias de feriados R$ 67,00 até 6h e R$ 133,00 acima de 6h.
Convenção Coletiva de Trabalho das Farmácias e demais: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.550,00 – anterior R$ 2.350,00
· Salário Normativo faxineiras R$ 2.500,00 – anterior R$ 2.300,00
· Reajuste para salários acima do normativo 6,50%
· Quebra de Caixa R$ 470,00
· Incluída nova cláusula de Proteção à Mulher, igualdade salarial e combate à discriminação.
Convenção Coletiva de Trabalho Concessionárias: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.240,00 – anterior R$ 2.100,00
· Salário Normativo office boy e faxineiras R$ 2.090,00 – anterior R$ 1.950,00
· Reajuste para salários acima do normativo 5,55%
· Quebra de Caixa R$ 560,00.
Acordo Coletivo de Trabalho Ledir automóveis Joaçaba e Catanduvas: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.400,00 – anterior R$ 2.215,00
· Salário Normativo office boy e faxineiras R$ 2.300,00 – anterior R$ 2.110,00
· Reajuste para salários acima do normativo 7,0%
· Quebra de Caixa R$ 672,00.
Acordo Coletivo de Trabalho Auto Elite Joaçaba, Capinzal e Campos Novos: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.350,00 – anterior R$ 2.160,00
· Salário Normativo office boy e faxineiras R$ 2.250,00 – anterior R$ 2.060,00
· Reajuste para salários acima do normativo 7,50%
· Quebra de Caixa R$ 658,00.
Acordo Coletivo de Trabalho Copérdia: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.200,00 – anterior R$ 2.060,00
· Reajuste para salários acima do normativo 5,50%.
Acordo Coletivo de Trabalho Havan: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.250,00
· Reajuste para salários acima do normativo 6,50%
· Quebra de Caixa R$ 400,00
· Bonificação dos domingos R$ 120,00
· Bonificação dos feriados R$ 150,00
· Ticket alimentação R$ 25,00 por dia totalizando R$ 650,00 no mês
· Auxilio creche R$ 210,00.
Acordo Coletivo de Trabalho Superviza Joaçaba: Reajuste Julho/2026
· Salário Normativo: R$ 2.240,00 (anterior R$ 2.100,00);
· Salário Normativo Empacotador: R$ 2.226,00;
· Reajuste para salários acima do normativo 6,50%.
Em todas as negociações houveram avanços e ganhos reais de salário, e ainda renovadas todas as demais cláusulas das CCTs e ACTs anteriores.
06/08/2026 - 16h22
Feliz Dia dos Pais!
Os filhos não precisam de um pai perfeito. Precisam de um pai presente.
Milhões de trabalhadores passam mais tempo no trabalho do que com quem mais amam.
Neste Dia dos Pais, reafirmamos uma luta que vai muito além do emprego: o direito de voltar para casa com tempo, energia e dignidade para viver a família.
A todos os pais trabalhadores, um feliz dia!
27/07/2026 - 15h29
Portaria nº 1.316/2026: a CLT continua sendo a regra
O que muda com a Portaria nº 1.316/2026?
- O trabalho aos domingos no comércio continua autorizado pela legislação vigente.
- Para o comércio em geral, o trabalho em feriados dependerá de autorização em convenção coletiva.
- A Portaria, porém, mantém autorização permanente para 15 atividades, como farmácias, postos de combustíveis, hotéis, restaurantes, bares, salões de beleza, agências de turismo e lavanderias.
- Onde não houver sindicatos representativos, a negociação deverá seguir as regras previstas na CLT.
- Novas inclusões ou exclusões da lista dependerão de consulta tripartite entre trabalhadores, empregadores e governo.
Posição do SEC Joaçaba e da FECESC:
Consideramos positivo o reconhecimento de que o trabalho em feriados deva passar pela negociação coletiva. São os sindicatos que podem garantir pagamento diferenciado, folgas compensatórias, escalas equilibradas e condições adequadas de trabalho.
Entretanto, a autorização permanente concedida a 15 atividades não representa um avanço. Mesmo quando determinado serviço precisa funcionar, isso não justifica retirar dos trabalhadores o direito de negociar coletivamente as condições desse trabalho.
Feriado não é um dia comum. Trabalho em feriados deve ser excepcional, valorizado e negociado com os sindicatos.
02/07/2026 - 21h51
Nota da Contracs denuncia cobertura parcial da grande mídia sobre a escala 6×1
A Contracs/CUT publicou uma nota de repúdio criticando a cobertura da grande mídia sobre o debate em torno do fim da escala 6×1. No texto, a Confederação denuncia o tratamento considerado parcial dado ao tema, especialmente na reportagem exibida pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, por privilegiar a visão do empresariado e minimizar a voz da classe trabalhadora. A entidade reafirma que a luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários é legítima, urgente e seguirá como uma das principais bandeiras do movimento sindical. Confira a íntegra da nota:
A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT, Contracs, vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à cobertura parcial realizada pela Rede Globo, por meio do Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (1º), sobre o debate no Senado Federal a respeito da proposta que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho sem redução de salários.
Em uma pauta que atinge diretamente a vida de quase 15 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, a emissora optou por construir uma narrativa desequilibrada, tendenciosa e alinhada aos interesses patronais. Ao selecionar as falas exibidas na reportagem, a Globo deu amplo espaço a representantes do empresariado e do chamado setor produtivo, enquanto silenciou, esvaziou ou relegou a segundo plano a voz da classe trabalhadora, justamente a mais impactada pela escala 6×1.
Não houve paridade. Não houve equilíbrio. Não houve compromisso real com a informação. Não houve responsabilidade social.
A reportagem ouviu e destacou argumentos de entidades patronais que tentam transformar um direito básico, o descanso, a convivência familiar, o lazer, o estudo e a saúde, em ameaça à economia. Reproduziu, sem o devido contraponto, o discurso do medo, do aumento de custos, da informalidade e da perda de competitividade, como se a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras pudesse continuar sendo tratada apenas como despesa na planilha dos patrões.
A Contracs repudia essa escolha editorial. A televisão brasileira, especialmente uma emissora com o alcance da Rede Globo, tem responsabilidade pública. Informar não é selecionar apenas as vozes que interessam ao poder econômico. Informar não é apresentar a visão patronal como se fosse a verdade técnica e esconder a realidade de quem trabalha seis dias por semana, muitas vezes com salários baixos, jornadas exaustivas, adoecimento, pouco descanso e quase nenhum tempo para viver.
A postura da Globo não é nova. Historicamente, a emissora tem usado sua força de comunicação para influenciar a opinião pública em momentos decisivos da vida nacional, quase sempre contra os interesses da classe trabalhadora. Mais uma vez, diante de uma pauta popular, justa e urgente, escolheu o lado dos que podem financiar – pagando bem – o discurso.
Infelizmente, esse não é um caso isolado. A cobertura parcial da emissora da família Marinho reflete a postura de grande parte dos veículos de comunicação, comentaristas e profissionais que se apresentam como comunicadores, mas que tratam a luta pelo fim da escala 6×1 com irresponsabilidade, desinformação e profundo desconhecimento da realidade da classe trabalhadora. Ao reproduzirem argumentos alinhados aos interesses patronais e se negarem a ouvir quem vive a escala 6×1 todos os dias, esses setores também merecem o firme repúdio da Contracs e de todas as instituições representativas de classe.
Não aceitaremos que pessoas que nunca viveram uma escala exaustiva, que não conhecem a rotina de quem trabalha seis dias por semana e que opinam a partir do conforto de seus privilégios tentem desqualificar uma reivindicação legítima de milhões de brasileiros e brasileiras.
Não há neutralidade quando a comunicação escolhe o lado de quem patrocina. Não há compromisso com a verdade quando se transforma direito em ameaça, descanso em prejuízo e dignidade em custo. O jornalismo que se presta a esse papel abandona sua função social e passa a atuar como instrumento de pressão e opressão.
A Contracs seguirá denunciando toda tentativa de manipulação da opinião pública e reafirma que a classe trabalhadora não será intimidada por editoriais, comentários rasos, reportagens parciais ou discursos financiados pelos interesses econômicos de sempre.
O Brasil precisa de menos exploração e mais vida.
Precisa de menos oportunismo, menos manipulação e mais compromisso com a verdade.
A luta pelo fim da escala 6×1 é justa, urgente e seguirá firme até a vitória.
Brasília, 2 de julho de 2026






